Instituto Camões mostra cinema moçambicano em Luanda

Organizado pelo Instituto Camões – Centro Cultural Português de Luanda (IC-CCP) e pelo Instituto Angolano de Cinema (IACAM), o ciclo de cinema Descobrir Moçambique começou hoje, segunda-feira, em Luanda e tem como objetivo mostrar aos angolanos o novo cinema moçambicano.

Com obras de ficção e documentários, a programação começa com a exibição de A Tempestade da Terra, de Fernando D’Almeida e Silva, e termina na sexta-feira com O Jardim do Outro Homem, do realizador Sol de Carvalho.

Completam a semana os documentários Mia Couto, O Desenhador de Palavras, de José Ribeiro, na terça-feira, Ricardo Rangel – Ferro em Brasa, de Licínio Azevedo, na quarta-feira e Muvart, de José Augusto Nhantumbo, na quinta-feira.

Meu destaque pessoal vai para Ricardo Rangel – Ferro em Brasa, documentário sobre a vida e a obra do hoje octogenário fotógrafo-jornalista Ricardo Rangel, um dos pioneiros de uma geração que iniciou as denúncias contra a situação colonial em terras moçambicanas. O filme, que passeia pelos 60 anos de trabalho de Rangel, é também importante registro da própria história de Moçambique.

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